sexta-feira, 19 de junho de 2009

Como identifico quando estou assediado?


Uma pessoa muito irritada, que passa por momentos de ira, que se descontrola com facilidade, que começa a ter manifestações de várias doenças sem motivo aparente, ou se essa pessoa passa a ter desequilíbrios diversos, tanto na sua vida afetiva como na financeira ou familiar, desequilíbrios estes que começam sem mais nem menos ou sem alguma explicação lógica, essa pessoa com certeza está passando por um forte processo de assedialidade. E passa a ficar mais grave se a pessoa não souber reconhecer este problema, ou pior, se não enfrentá-lo com seriedade e calma ou ainda fingir que tudo está bem, não aceitando ajuda, deixando que seu Ego tome conta da situação.

Eis aí um grande problema do ser humano, seu "Ego". Pessoa de ego muito elevado são grandes geradoras de assédio. O "egão" é uma das principais portas de entrada para um assediador.

Os assediadores sempre procuram pessoas que tem padrão de energias vinculados aos chacras mais baixos, porque geralmente estes são os chacras das emoções e das energias mais densas que o ser humano pode produzir, energias estas mais próximas do mundo físico.

O problema é que o assediador pode se apresentar de tal forma, tal a sutileza, que não é detectado com facilidade, passando muitas vezes inteiramente despercebido.

Temos de dar mais importância aos nossos estados emocionais, que geralmente oscilam bastante.

CARACTERÍSTICAS DE UMA CONSCIÊNCIA ASSEDIADORA:

1. Ser uma consciência primitiva ou média;
2. Não compreender sua situação evolutiva;
3. Ser uma consciência psicótica, esquizofrênica, neurótica, obsessiva-compulsiva, depressiva, etc;
4. Ser contraditório quanto a si mesmo, autocorrupto, conveniente;
5. Praticar o auto-engano;
6. Viver o desespero de emoções imaturas e contraditórias;
7. Ser lúcida quanto a anticosmoética em que vive ou o mau caratismo;
8. Ter ou não qualquer ligação pessoal com a vítima de seus assédios;
9. Desejar continuidade, na dimensão energética, de alguma atividade praticável apenas na dimensão física e utilizando-se da vítima para realizá-la;
10. Ansiar compartilhar emoções humanas ou ainda animalizadas da vítima desencaminhando-a para algum vício (drogas, crimes ou mau hábito);
11. Satisfazer-se com brincadeiras primárias de mau gosto ou de humor doentio, próprios da idade consciencial primária, causando transtornos e dificuldades;
12. Indução, através do ódio, raiva ou ciúmes; prejudicar física e mentalmente a vítima, podendo levá-la inclusive ao suicídio;
13. Carências energéticas: através do amor egoísta, tentar o regresso da vítima à dimensão não física a fim de satisfazer-lhes as próprias carências energéticas;
14. Falsa ajuda: Através de aparente ajuda, induzir a vítima para as suas conveniências;

Extraído do livro “Projeção da Consciência – Uma Ferramenta Evolutiva” de Moisés Leão Esagüi. Edição de 2003. Páginas 71-72 e 74.

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