sexta-feira, 19 de junho de 2009

Como posso evitar o assédio quando percebo no outro?

. a melhor atitude é se afastar (mesmo sendo uma pessoa de que gostamos muito como pais, irmãos, familiares ou amigos); no momento é a atitude mais sensata, até porque esta pessoa assediada, provavelmente, estará lhe fazendo lamentações ou falando de seus problemas atuais.

. outra atitude correta é começar a circular energia (vou publicar aqui como se faz isso) e com essa circulação, você impedirá que o assediador acople em sua aura, impossibilitando-o de sugar as suas energias.

. os nossos pensamentos podem ser grandes aliados, mas também pode ocorrer o inverso, nossos pensamentos podem se tornar nossos inimigos, abrindo as portas para os assediadores.

. às pessoas que neste momento padecem de ataques assediadores, deve-se esclarecer o quanto é essencial a sua própria participação na tarefa de afastar este assédio e que delas mesmas dependerá, em grande parte, o êxito ou insucesso de alcançar o objetivo.

Existem condições ou reações que denunciam claramente a influência característica e atuante do assediador:

Predisposição a acidente. característica a certas pessoas que parecem que vivem sujeitas ou propensas a sofrer repetidos acidentes, seja no lar, no trabalho, na rua, nas estradas e até na hora do lazer (um jogo de futebol, vôlei, corridas matinais, etc);

Gosto. O gosto da pessoa agressiva por arruaças e a sua procura, aparentemente espontânea, de situações de conflito físico (brigas);

Impulso repentino e irresistível (raptus). O impulso que leva a pessoa a realizar atos, às vezes graves, como, por exemplo, perda total do controle emocional, fuga descontrolada, acesso de destruição, suicídio, pânico, ataque homicida (assassinato), etc;

Desejo insaciável de seduzir ou ter contato físico – o indivíduo não pode se conter quando vê alguém do sexo oposto – compulsão.

Obs.: na maioria dos casos, não sendo regra geral

Extraído do livro “Projeção da Consciência – Uma Ferramenta Evolutiva” de Moisés Leão Esagüi. Edição de 2003. Páginas 73 e 78.

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