sábado, 5 de setembro de 2009

Observações práticas sobre a prática da tenepes

01. Advertência. A técnica da tenepes não é recomendável a quem nunca sentiu manifestações parapsíquicas marcantes, ostensivas ou aos principiantes quanto à parapercepciologia, ainda não desenvolvidos parapsiquicamente, e que não conseguem controlar suficientemente os processos do intercâmbio interconsciencial multidimensional.

02. Parapsiquismo. Somente deve exercer as exteriorizações diárias de energias, com horário marcado, o(a) sensitivo(a) mais ou menos desenvolvido, sem problemas de assédio interconsciencial de monta, inteiramente seguro do que faz, consciente da circulação fechada de energias, da recepção de energias e da transmissão de energias conscienciais.

03. Recesso. Na exteriorização assistencial de energias com horário diário e pré-fixado está o melhor processo para o(a) projetor(a) consciente veterano evitar o recesso prolongado na produção das suas projeções conscientes.

04. Ondas.
As transmissões energéticas se fazem por ondas de energia bem caracterizadas, percebidas pelo(a) sensitivo-projetor(a) em geral de forma intermitente (não contínua).

05. Holochacra.
Durante a exteriorização das energias, às vezes o corpo humano parece menor ou menos volumoso, devido à expansão do holochacra exteriorizado, caracterizando-se o fenômeno não patológico da automicroscopia.

06. Máquina.
Frequentemente, durante as transmissões energéticas, o(a) praticante parece ouvir o pulsar de imensa máquina, como se estivesse com o corpo unificado, ou seja, o todo de seus veículos conscienciais, acoplado a potentíssimo dínamo invisível, servindo de sensitivo(a) a intangível máquina extrafísica.

07. Lança-chamas. Durante a semipossessão benigna, o holochacra dos braços e das mãos parece um lança-chamas aspergindo, com aparente violência, as energias conscienciais para a frente através de descargas em ritmo acelerado e constante. As mãos podem parecer também inconstantes aspersores energéticos. Nessa oportunidade surgem imagens de força, inspiradas pelos amparadores, como, por exemplo: a criação inicial incandescente de um sistema solar; o mar de lavas vivas de um vulcão em erupção; a corrida de aço do alto forno de usina. Todo o processo aqui lembra o funcionamento de um centrifugador-consciencial-energético-interdimensional.

08. Entrosamento.
A primeira descarga energética, mais receptora para o conjunto sensitivo(a)-transmissor(a) extrafísico, do que doadora para a consciência receptora, estabelece o entrosamento parapsíquico.

09. Oitava. Em geral, uma descarga energética entre as 11 - a oitava, por exemplo - pode ser perceptivelmente mais intensa ou mais potente do que as demais.

10. Qualidade.
O tempo não representa fator importante nas descargas energéticas. Importa muito mais a qualidade e a potencialidade das energias transmitidas.

11. Intervalos. O breve intervalo entre uma transmissão energética e outra serve para refazer fisiologicamente a conscin transmissora, reajustar o entrosamento conscin-consciex, bem como substituir a consciência receptora à frente ou a distância, sempre que necessário. O(a) amparador(a), nesse período, em geral não perde o controle parapsíquico-mental-energético do processo. As sensações intensas do(a) praticante podem desaparecer nos intervalos entre um descarga energética e outra, permanecendo ele controlado pela consciex durante as transmissões e semipossuído benignamente nos intervalos.

12. Sincronizações. Os sons das vibrações rítmicas na cabeça, durante as descargas energéticas, são sincrônicos com os movimentos de aspersões dos braços e das mãos.

13. Assincronizações.
A interferência de assincronizações efêmeras entre os sons e as aspersões energéticas se deve à dificuldade do entrosamento ou ao desentrosamento entre a mente do sensitivo(a) e a consciência extrafísica transmissora.

14. Transmissores.
Os transmissores energéticos extrafísicos - consciexes com visual de homem ou mulher - podem se alternar, em serviço, numa só sessão assistencial, e o sensitivo(a)-projetor(a) perceberá o revezamento e as mudanças técnicas, característicamente individuais e inconfundíveis.

15. Intensidade.
Quanto mais intensas forem as transmissões energéticas, maior será o bem-estar do(a) praticante no período posterior às transmissões.

16. Ritmos.
Não raro, o ritmo intenso e, às vezes, variado das descargas energéticas, os movimentos físicos e as constrações musculares não alteram praticamente em nada o ritmo cardíaco do(a) praticante. Tal fato, por si só, constitui fenômeno subjetivo e concomitante à parte. A rigor, a freqüência - sempre perceptível - das transmissões energéticas do(a) praticante, não se subordina à sua vontade, nem mesmo aos seus batimentos cardíacos, nem mesmo à sua freqüência cardiorrespiratória, nem ao andamento dos segundos do relógio comum, nem a qualquer outra fonte senão às ordenações parapsíquicas ou motrizes do transmissor(a) extrafísico básico, não obstante todo o conjunto de transmissão parecer, não raro, estar acoplado a poderosos aparelhos extrafísicos e intangíveis. Podem ocorrer 4 a 5 ritmos de transmissão energética, bem diferentes uns dos outros, em uma só sessão de 10 transmissões básicas.

17. Aferição.
As práticas da tenepes mantêm uma cobertura extrafísica positiva à vida humana do projetor ou projetora consciente.

18. Cobertura. As práticas da tenepes mantêm uma cobertura extrafísica positiva à vida humana do projetor(a) consciente.

19. Idéias. O estado ou o período de tempo das práticas de transmissão na tenepes mostram-se altamente propícios às assimilações de idéias novas por parte do(a) praticante atento.

20. Consciência. O estado psicofísico do sensitivo(a) ou projetor(a) consciente, no desempenho das práticas da tenepes, pode ser comparado à uma condição de cosmoconsciência própria do estado da vigília física ordinária ou a uma pangrafia assistencial máxima.

Extraído do Tratado "Projeciologia", 1999 por Waldo Vieira.

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