segunda-feira, 7 de maio de 2012

Acoplamentarium

Definição. O acoplamentarium é a base intrafísica ou laboratório multidimensional, assentado nas premissas do paradigma consciencial, tecnicamente preparado para potencializar as manifestações holossomáticas e os atributos conscienciais, principalmente o parapsiquismo, por intermédio da técnica do acoplamento energético.
Sinonímia:
  • Laboratório de interfusão energética.
  • Base intrafísica para o acoplamento energético.
  • Base técnica do acoplamentista.
Antonímia:
  • Ambiente de incompatibilidade energética.
  • Base técnica do projetor lúcido; projetarium.
  • Base técnica do tenepessista.
  • Antiacoplamentos energéticos.
Neologística. O termo acoplamentarium é neologismo técnico da Energossomática.
Objeto. Ao exteriorizar o fluxo de energias conscienciais, de modo autoconsciente, sob a impulsão da autodeterminação, a consciência materializa, igual a objeto concreto, a própria vontade. É o ato da concretude da volição pessoal. Tal ato é o maior fixador da autoconfiança. A vontade, nesse contexto, é novo instrumento, ferramenta ou membro maleável e prático para a conscin. O único problema, aqui, é a qualificação da natureza da intencionalidade.
Pioneiro. Sob a ótica da Paratecnologia, o acoplamentarium do Centro de Altos Estudos da Conscienciologia (CEAEC) é o primeiro laboratório técnico, especializado, inédito e pioneiro nos acoplamentos energéticos, interconscienciais, práticos, construído de modo específico. Começou a funcionar, grupalmente, na Terra, em 2003, sob a direção de epicon, homem ou mulher.
Especificações. Eis, resumidas em 10 itens e dispostas na ordem funcional, as especificações básicas do acoplamentarium:
  1. Pesquisas. O laboratório do acoplamentarium reúne as autopesquisas com as heteropesquisas, dentro das vivências pessoais e das vivências grupais do parapsiquismo desenvolvido em conjunto. Pode ajudar sobremodo na assistência cosmoética às consréus ressomadas.
  2. Consenso. O acoplamentarium permite estabelecer o consenso imediato sobre determi
  3. nado fenômeno extrafísico ou parafato. Depois de 100 consensos, começam a serem constituídos os princípios, além das hipóteses de tentativas e das teorias rudimentares, segundo o paradigma consciencial embasando a Conscienciologia.
  4. Isolamento. O isolamento da edificação do acoplamentarium proporciona aos experimentadores a anulação de interferências externas, em ambiente de silêncio próximo à Natureza. Além das energias imanentes, a Natureza oferece, de modo direto, as fontes do geoectoplasma, fitoectoplasma e zooectoplasma aproveitados para potencializar o desenvolvimento das práticas energéticas em grupo.
  5. Ambiente. No laboratório é feito o controle da temperatura, da umidade do ar e da luminosidade. A temperatura de 18 graus Celsius e o ambiente levemente obscurecido são condições facilitadoras da instalação, manutenção e desenvolvimento do campo energético, favorecendo as emissões de ectoplasma por parte das conscins.
  6. Anfiteatro. O anfiteatro, a forma característica do laboratório do acoplamentarium, com piso em rampa e emborrachado, possibilita a visualização do epicon, do coadjutor e dos outros participantes dos experimentos, e vice-versa.
  7. Recursos. Os objetos e as características do espaço físico determinados pela necessidade da técnica do acoplamento energético, elimina o dispensável ou as interferências negativas em relação à acuidade e ao desempenho dos experimentadores. Por exemplo, o aparelho de ar-condicionado mais silencioso facilita os diálogos e os esclarecimentos ocorridos entre os transes dos acoplamentos energéticos.
  8. Integração. Integrado ao campus de autopesquisas da consciência do CEAEC, o acoplamentarium faculta o contexto multidimensional favorável, otimizador, acolhedor e potencializador das experimentações parapsíquicas.
  9. Cadeiras. As cadeiras, por exemplo, foram tecnicamente posicionadas para garantir a visão do rosto do epicon ou do coadjutor a partir de todas as localizações ou posições dos assistentes no laboratório. As cadeiras estão fixadas para evitar mudanças e permitir maior segurança aos participantes ao se movimentarem.
  10. Banheiros. Os banheiros anexos evitam as saídas do laboratório e conseqüentes comprometimentos ou interferências externas nos experimentos.
  11. Participantes. O experimento no acoplamentarium é desenvolvido com até 63 participantes, incluindo o epicon, os monitores, o redator das experimentações, os doadores de energias, na condição de alunos, e o coadjutor, homem ou mulher, sentado na parte central do laboratório, durante a experimentação. O revezamento dos coadjutores proporciona a participação direta da maioria dos participantes durante as experimentações.
Antiacoplamentos. Eis, em ordem alfabética, na qualidade de exemplos a serem evitados, 12 posturas antiacoplamentares capazes de interferir no campo energético:
  1. Adormecimentos: o ato de dormir durante os experimentos.
  2. Adrenalina: o mais inteligente é trocar a adrenalina pela ectoplasmia. No acoplamentarium todos somos assistentes e assistidos.
  3. Antagonismos: o mau hábito de estabelecer metas pessoais diversas das propostas pelo experimento, atuando de modo antagônico às práticas em andamento. O desenvolvimento do parapsiquismo é dinamizado quando pensamos em ajudar os outros.
  4. Antecipações: a postura de tentar intimamente antecipar a programação das ocorrências. No acoplamentarium, grupal, é necessário cortar todo autopensene egocêntrico.
  5. Apriorismos: manter preconceitos ou idéias preconcebidas sobre os fenômenos.
  6. Autodefesas: os mecanismos de defesa do ego, dentre outras conseqüências, dificultam a doação de energias conscienciais. Na manifestação parapsíquica é necessário o experimentador entregar-se, intimamente, à condição da passividade consciente ativa, não tendo medo de nada. Esta é a dificuldade maior dos acopladores energéticos novatos, homens e mulheres.
  7. Devaneios: os sonhos acordados deslocados e inconvenientes. O estudo da grupalidade potencializa quem quer se adaptar tecnicamente ao acoplamentarium.
  8. Emocionalidades: as alterações emocionais tais como euforia, medo, expectativa e ansiedade interferem na racional idade, comprometem as vivências lúcidas e a interpretação lógica dos parafatos.
  9. Parafisiologia: o despreparo fisiológico ou parafisiológico do participante menosprezando a prática do estado vibracional profilático. O participante hostil às energias do acoplamentarium pode ficar o tempo todo encapsulado ali.
  10. Pretensões: alimentar a pretensão de estabelecer o acoplamento energético com algum outro experimentador fora da condição de epicon naquele determinado momento.
  11. Roupas: o melhor é sempre evitar as roupas coloridas. O branco das vestes funde com o branco do laboratório facilitando as parapercepções relativas à dimener.
  12. Taquicardia: a ansiedade, a impulsividade e a precipitação perturbam a pacificação íntima ideal para a auto-análise das sensações e parapercepções e a análise do desenvolvimento dos fenômenos e parafatos.

EIS O PRINCÍPIO TEÁTICO, BÁSICO E INDISPENSÁVEL DA CONSCIENCIOLOGIA:
1 DIA DE VIVÊNCIA DIRETA, PRESENCIAL, PARTICIPATIVA, VALE POR 100 DIAS DE TEORIZAÇÕES DO MELHOR PESQUISADOR.

Histórias. Nunca foi redigida a história da vida normal das pessoas comuns, componentes da Humanidade. Só se registrou, até hoje, a história dos destroços e vestígios dos homens e das mulheres notáveis. Nunca foi escrita a história da vida multidimensional das conscins. Só se registrou, até hoje, a história da humanidade nesta dimensão quadridimensional. A verdadeira liberdade começa pela abertura das portas das parapercepções. Eis o emprego do acoplamentarium.

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